Uma jovem de 23 anos, e que está grávida de cinco meses, era mantida acorrentada pelo marido durante o cárcere privado. Segundo informações da delegada da Mulher de Guarabira, Juliana Brasil, a mulher ainda era espancada e estuprada pelo próprio companheiro. Os atos de violência vinham ocorrendo dentro da residência do casal na zona rural entre os municípios de Pilõezinhos e Serraria (na região do Brejo paraibano, a cerca de 150 km de João Pessoa). O caso só foi descoberto nessa terça-feira (21).
A delegada informou que a jovem estava casada há um ano com o homem e as torturas começaram há alguns meses. Alegando ciúmes, o suspeito da violência doméstica mantinha a mulher isolada, sem contato com parentes e vizinhos.
- Ele tem uma personalidade agressiva. Privava ela de contatos com todo mundo. Nesse período, a mulher mantida acorrentada, era espancada e mantinha relações sexuais com ele, mesmo contra sua vontade. A gestante teve o cabelo cortado de tesoura – confirmou Juliana Brasil.
A vítima conseguiu fugir do cárcere e passou mais de dez horas perdida dentro de uma mata. “Ela ficou quase o dia todo andando por uma mata até conseguir socorro. A jovem estava com a corrente no tornozelo o que lhe causou ferimentos. Os policiais militares trouxeram a vítima para a Delegacia da Mulher, onde foi feito o flagrante”, disse a delegada, acrescentando que buscas estão feitas para prender o suspeito.
A mulher está recebendo atendimento médico-psicológico e encontra-se sob custódia das autoridades policiais em um abrigo. A delegada Juliana Brasil disse que o homem vai responder por cárcere privado, injúria, estupro, ameaça e lesão corporal.
O tenente Florestan Ferreira, do 10º BPM, informou que cerca de 45 presos reivindicavam melhorias na unidade prisional e a revisão de pena
Detentos da cadeia pública da cidade de Areia, no Brejo paraibano, fizeram uma rebelião na tarde desta sexta-feira (8). De acordo com informações da instituição penal, três presos ficaram feridos. A Polícia Militar e agentes carcerários que estavam no local no momento da rebelião conseguiram conter os presos de forma pacífica. O motim começou por volta das 14h30 e terminou as 20h00.
O tenente Florestan Ferreira, do 10º BPM, informou que cerca de 45 presos reivindicavam melhorias na unidade prisional e a revisão de pena. Os rebelados exigiam a presença do juiz da comarca local para discutir sobre a progressão das condenações. Os presos solicitaram a presença da imprensa.
“Celas foram destruídas, cadeados quebrados e os presidiários ocuparam o pátio central e a cozinha. Durante o tumulto, cinco presos, que estavam no isolado e acusados de estupros, foram feitos reféns”, disse o policial.
As péssimas condições das instalações o banho de sol foram uns dos principais motivos que desencadearam o tumulto.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba, não houve nenhum confronto direto entre detentos e policiais. Três detentos acusados de estupros foram espancados pelos colegas de cela e atendidos pelas equipes médicas que estavam na cadeia.
Detentos da cadeia pública da cidade de Areia, no Brejo paraibano, fizeram uma rebelião na tarde desta sexta-feira (8). De acordo com informações da instituição penal, três presos ficaram feridos. A Polícia Militar e agentes carcerários que estavam no local no momento da rebelião conseguiram conter os presos de forma pacífica. O motim começou por volta das 14h30 e terminou as 20h00.
O tenente Florestan Ferreira, do 10º BPM, informou que cerca de 45 presos reivindicavam melhorias na unidade prisional e a revisão de pena. Os rebelados exigiam a presença do juiz da comarca local para discutir sobre a progressão das condenações. Os presos solicitaram a presença da imprensa.
“Celas foram destruídas, cadeados quebrados e os presidiários ocuparam o pátio central e a cozinha. Durante o tumulto, cinco presos, que estavam no isolado e acusados de estupros, foram feitos reféns”, disse o policial.
As péssimas condições das instalações o banho de sol foram uns dos principais motivos que desencadearam o tumulto.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba, não houve nenhum confronto direto entre detentos e policiais. Três detentos acusados de estupros foram espancados pelos colegas de cela e atendidos pelas equipes médicas que estavam na cadeia.
Ás vésperas da 12ª Parada do Orgulho LGBT de João Pessoa-PB, vários outdoors foram alvos de vândalos, este da foto acima fica localizado na Av. Epitácio Pessoa no sentido centro, em outros locais da cidade como na BR próximo ao Supermercado Makro um outro outdoor foi depredado. A imagem mostra que os vândalos responsáveis por essa atitude utilizam-se do nome de Deus para pregar o ódio, preconceito e a homofobia, o que nos leva a pensar o quão estamos vulneráveis nessa sociedade de fundamentalistas e fanáticos religiosos, que utilizam o nome de Deus para pregar a violência contra os homossexuais.
Isso demonstra o nível de preconceito em nosso estado e o quanto ainda temos de caminhar a procura de mais direitos e da aprovação da PLC 122, projeto de lei que irá criminalizar a homofobia, pois parece que só quando os danos aos agressores forem maiores, teremos em fim um ambiente seguro de viver livremente nossa sexualidade.
Em nosso estado só nesse ano já aconteceram cerca de 20 crimes com características homofóbicas, estamos vivendo em um tempo de conservadorismo. Onde as lésbicas, os gays, os bissexuais, as travestis e os/as transexuais estão cada dia mais tendo que lutar pelo seu espaço na sociedade, em busca de amar e se relacionar com quem quiser.
Este ano tivemos muitas conquistas como a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo e o arquivamento do projeto de "Cura Gay" do Deputado João Campos, nos mostraram que a comunidade LGBT está na luta por seus direitos e por uma sociedade mais justa. Esses avanços foram conseguidos com um esforço de toda a comunidade LGBT e aliados em espaços de governo.
Mas não devemos descansar, temos que lutar contra o fundamentalismo religioso existente em nossa sociedade, queremos o fim da intolerância, do preconceito e da discriminação contra os LGBT.
Myke Gleidston Fonseca
Vice Presidente do MEL
(Movimento do Espírito Lilás)
Isso demonstra o nível de preconceito em nosso estado e o quanto ainda temos de caminhar a procura de mais direitos e da aprovação da PLC 122, projeto de lei que irá criminalizar a homofobia, pois parece que só quando os danos aos agressores forem maiores, teremos em fim um ambiente seguro de viver livremente nossa sexualidade.
Em nosso estado só nesse ano já aconteceram cerca de 20 crimes com características homofóbicas, estamos vivendo em um tempo de conservadorismo. Onde as lésbicas, os gays, os bissexuais, as travestis e os/as transexuais estão cada dia mais tendo que lutar pelo seu espaço na sociedade, em busca de amar e se relacionar com quem quiser.
Este ano tivemos muitas conquistas como a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo e o arquivamento do projeto de "Cura Gay" do Deputado João Campos, nos mostraram que a comunidade LGBT está na luta por seus direitos e por uma sociedade mais justa. Esses avanços foram conseguidos com um esforço de toda a comunidade LGBT e aliados em espaços de governo.
Mas não devemos descansar, temos que lutar contra o fundamentalismo religioso existente em nossa sociedade, queremos o fim da intolerância, do preconceito e da discriminação contra os LGBT.
Myke Gleidston Fonseca
Vice Presidente do MEL
(Movimento do Espírito Lilás)
Na madrugada deste sábado (24), em Alagoa Grande, um ônibus da empresa Bela Vista foi alvo de assaltantes. O ônibus que estava estacionado em frente ao Teatro Santa Ignes foi roubado por volta das 02:00 hs da manha deste sábado e foi encontrado em uma barreira na PB 075, que liga Alagoa Grande a cidade de Areia.
Policiais do Pelotão de Policia Militar estão em diligências para localizar os assaltantes mas ate o momento não lograram êxito.
Blog do Rildo
Policiais do Pelotão de Policia Militar estão em diligências para localizar os assaltantes mas ate o momento não lograram êxito.
Blog do Rildo
O sargento reformado da Polícia Militar de João Pessoa, Noaldemir Alves Borges, 53 anos, foi morto na tarde deste domingo (25), em Campina Grande. O PM foi assassinado após reagir a um assalto a panificadora Rainha Cruzeiro, na avenida Almirante Barroso, no bairro do Cruzeiro. De acordo com o coronel Souza Neto, do 2º Batalhão da Polícia Militar, o latrocínio aconteceu por volta das 16h, quando dois homens armados entraram no estabelecimento e anunciaram o assalto. Ainda segundo ele, o sargento Borges estava na fila do caixa para pagar suas compras, quando os criminosos começaram a revistar os clientes e funcionários da panificadora. Percebendo que os bandidos iriam achar a pistola, com a qual o policial estava de posse, ele reagiu e tentou atirar contra os assaltantes, mas foi atingido com um tiro na cabeça disparado por um dos homens. O estabelecimento disponha de circuito interno de câmeras de segurança e o vídeo, em que mostra o crime, já está com a polícia. Segundo Souza Neto.nas imagens dá para ver nitidamente os rostos dos criminosos.
Após o latrocínio os suspeitos fugiram em um carro prata. O veículo já foi encontrado pela polícia, mas sem ninguém. O Serviço de Inteligência da polícia e a Delegacia de Homicídios de Campina Grande estão a frente do caso e realizando diligências na região no esforço de encontrar os suspeitos. Nesta segunda-feira a delegada Mayara Roberta irá conceder uma coletiva à imprensa para elucidar o caso.
O sargento Borges morava em João Pessoa e estava em campina Grande com familiares que residem na cidade.
Fonte: http://www.portaldojulioag1.com
Após o latrocínio os suspeitos fugiram em um carro prata. O veículo já foi encontrado pela polícia, mas sem ninguém. O Serviço de Inteligência da polícia e a Delegacia de Homicídios de Campina Grande estão a frente do caso e realizando diligências na região no esforço de encontrar os suspeitos. Nesta segunda-feira a delegada Mayara Roberta irá conceder uma coletiva à imprensa para elucidar o caso.
O sargento Borges morava em João Pessoa e estava em campina Grande com familiares que residem na cidade.
Fonte: http://www.portaldojulioag1.com
As imagens das câmeras de segurança da escola Stella Rodrigues reforçam as suspeitas da investigação sobre Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos, que foi encontrado morto junto aos pais, à avó e à tia-avó na noite de segunda-feira, na casa da família, no bairro de Brasilândia, zona norte de São Paulo. "Tudo leva a crer que foi mesmo o menino", disse o coronel Benedito Roberto Meira, da Polícia Militar. Marcelo teria matado a família entre a noite de domingo e as primeiras horas de segunda, ido até a escola onde estudava com o automóvel da mãe, Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos, passado a noite no veículo, assistido à aula na manhã de segundo e se matado ao retornar para casa.
O PM afirmou que os vídeos gravados pelas câmeras mostram o carro da mãe de Marcelo sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo só desembarca às 6h30 da manhã - o indivíduo usa uma mochila e tem altura compatível à do menino. De acordo com o coronel Meira, a pessoa sai do carro e caminha em direção à escola.
Os corpos menino Marcelo, de Andreia - que era cabo da PM -, do marido dela, Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos - sargento da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) da PM e pai do menino -, da mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e da irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos foram encontrados na noite de ontem na casa onde residiam. A Polícia Militar participa das investigações com a Polícia Civil porque duas das vítimas eram membros da corporação. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Mauricio Souza Blazeck, "a tese principal é que foi uma tragédia familiar". "A policia ainda não concluiu as investigações", afirmou ele.
Primo de vítima relata como encontrou corpos
Um primo de Andreia prestou depoimento nesta terça-feira e contou como encontrou os corpos dos familiares na noite de ontem. O homem, que é filho de Bernardete, disse que ligou para a mãe por volta do meio-dia de segunda-feira, mas ninguém atendeu. Ele tentou contato novamente por volta das 18h, e resolveu ir até a casa dos parentes para verificar o que havia acontecido.
Ao chegar à residência, o homem disse que viu um PM - ele estava no local à procura de Andreia, que havia faltado ao trabalho. O policial comunicou a outros agentes que não havia sinal de que alguém estivesse em casa. O primo de Andreia e o PM, então, entraram na residência por um portão que estava entreaberto e encontrara os cinco corpos. No começo da tarde desta terça-feira, a polícia colhia o depoimento de outro homem considerado testemunha no caso: o pai de um colega de Marcelo, que deu carona ao menino da escola para casa ontem.
Fonte: Terra.com
O PM afirmou que os vídeos gravados pelas câmeras mostram o carro da mãe de Marcelo sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo só desembarca às 6h30 da manhã - o indivíduo usa uma mochila e tem altura compatível à do menino. De acordo com o coronel Meira, a pessoa sai do carro e caminha em direção à escola.
Os corpos menino Marcelo, de Andreia - que era cabo da PM -, do marido dela, Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos - sargento da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) da PM e pai do menino -, da mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e da irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos foram encontrados na noite de ontem na casa onde residiam. A Polícia Militar participa das investigações com a Polícia Civil porque duas das vítimas eram membros da corporação. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Mauricio Souza Blazeck, "a tese principal é que foi uma tragédia familiar". "A policia ainda não concluiu as investigações", afirmou ele.
Primo de vítima relata como encontrou corpos
Um primo de Andreia prestou depoimento nesta terça-feira e contou como encontrou os corpos dos familiares na noite de ontem. O homem, que é filho de Bernardete, disse que ligou para a mãe por volta do meio-dia de segunda-feira, mas ninguém atendeu. Ele tentou contato novamente por volta das 18h, e resolveu ir até a casa dos parentes para verificar o que havia acontecido.
Ao chegar à residência, o homem disse que viu um PM - ele estava no local à procura de Andreia, que havia faltado ao trabalho. O policial comunicou a outros agentes que não havia sinal de que alguém estivesse em casa. O primo de Andreia e o PM, então, entraram na residência por um portão que estava entreaberto e encontrara os cinco corpos. No começo da tarde desta terça-feira, a polícia colhia o depoimento de outro homem considerado testemunha no caso: o pai de um colega de Marcelo, que deu carona ao menino da escola para casa ontem.
Fonte: Terra.com
Robson Julião Lima, acusado de estupro de vulnerável, vai continuar preso até que sejam comprovadas as acusações a ele atribuídas que levaram o juiz da comarca de Soledade a decretar a sua prisão preventiva. É que o habeas corpus pleiteado pelo acusado, com pedido de liminar, foi negado pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão realizada na tarde desta quinta-feira (25).
O relator do processo de nº (999.2013.001.660-6/001) foi o desembargador João Benedito da Silva, que votou pela negação do Habeas Corpus, o que foi acatado pelos demais membros da Câmara Criminal. A decisão ocorreu em harmonia com o parecer do Ministério Público estadual.
Consta nos autos que Robson, se utilizando de “rede social”, atraia menores para o endereço fornecido por ele e, quando as menores chegavam ao local indicado, eram atraídas para o interior da casa dele, onde era realizado o abuso sexual.
Após a prisão temporária do denunciado, várias outras menores se sentiram encorajadas e foram até a delegacia prestar depoimentos que incriminavam o denunciado, aumentando o leque de suas vítimas.
A defesa de Robson Julião, ao entrar com o presente mandamus, alega que o paciente está sofrendo constrangimento ilegal, causado pela ausência de fundamentação para sua prisão preventiva.
No voto, o relator do processo argumentou ser necessária a custódia preventiva, tendo em vista que as possíveis vítimas são pré-adolescentes, imaturas, desprotegidas e extremamente vulneráveis. “Somente após a prisão do custodiado, é que elas se sentiram à vontade para prestarem seus depoimentos”, ressaltou.
“O decreto de prisão se encontra bem fundamentado na legislação vigente e, que pelo simples relato das vítimas, fica claro a necessidade da manutenção da ordem pública, pela gravidade dos fatos e ‘modus operandi’, pois atingiu vítimas de tenra idade”, afirmou o relator, João Bendito.
Fonte: Blog Mari Fuxico
O relator do processo de nº (999.2013.001.660-6/001) foi o desembargador João Benedito da Silva, que votou pela negação do Habeas Corpus, o que foi acatado pelos demais membros da Câmara Criminal. A decisão ocorreu em harmonia com o parecer do Ministério Público estadual.
Consta nos autos que Robson, se utilizando de “rede social”, atraia menores para o endereço fornecido por ele e, quando as menores chegavam ao local indicado, eram atraídas para o interior da casa dele, onde era realizado o abuso sexual.
Após a prisão temporária do denunciado, várias outras menores se sentiram encorajadas e foram até a delegacia prestar depoimentos que incriminavam o denunciado, aumentando o leque de suas vítimas.
A defesa de Robson Julião, ao entrar com o presente mandamus, alega que o paciente está sofrendo constrangimento ilegal, causado pela ausência de fundamentação para sua prisão preventiva.
No voto, o relator do processo argumentou ser necessária a custódia preventiva, tendo em vista que as possíveis vítimas são pré-adolescentes, imaturas, desprotegidas e extremamente vulneráveis. “Somente após a prisão do custodiado, é que elas se sentiram à vontade para prestarem seus depoimentos”, ressaltou.
“O decreto de prisão se encontra bem fundamentado na legislação vigente e, que pelo simples relato das vítimas, fica claro a necessidade da manutenção da ordem pública, pela gravidade dos fatos e ‘modus operandi’, pois atingiu vítimas de tenra idade”, afirmou o relator, João Bendito.
Fonte: Blog Mari Fuxico
INSEGURANÇA: correspondente bancário de Areia é assaltado e polícia faz buscas no Brejo
O correspondente bancário Multibank, localizado no município de Areia, brejo paraibano, foi alvo da ação de bandidos, na manhã desta terça-feira (18) e provocou pânico na população local.
O assalto aconteceu por volta das 10h30. Uma dupla armada teria rendido os caixas, levado uma quantia em dinheiro e fugido em seguida em uma moto, tomando destino ignorado. A polícia foi acionada e realiza buscas na tentativa de prender os criminosos.
Ninguém ficou ferido. Recentemente a agencia dos Correios do município também foi assaltada, no entanto, a polícia não conseguiu frustrar a ação porque estava com o pneu da única viatura da cidade furado.
O efetivo policial do município também restrito. Após o assalto, o Multibank decidiu encerrar o expediente de hoje.
Márcia Dias
O correspondente bancário Multibank, localizado no município de Areia, brejo paraibano, foi alvo da ação de bandidos, na manhã desta terça-feira (18) e provocou pânico na população local.
O assalto aconteceu por volta das 10h30. Uma dupla armada teria rendido os caixas, levado uma quantia em dinheiro e fugido em seguida em uma moto, tomando destino ignorado. A polícia foi acionada e realiza buscas na tentativa de prender os criminosos.
Ninguém ficou ferido. Recentemente a agencia dos Correios do município também foi assaltada, no entanto, a polícia não conseguiu frustrar a ação porque estava com o pneu da única viatura da cidade furado.
O efetivo policial do município também restrito. Após o assalto, o Multibank decidiu encerrar o expediente de hoje.
Márcia Dias








